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Com o advento da televisão no início dos anos de 1950, chegou-se a pensar que o rádio estaria condenado ao mais completo ostracismo. Afinal de contas, a televisão era um “rádio com imagem” e substituiria, com vantagens, o velho aparelho falante.
Nada disso! Devido a determinadas peculiaridades inerentes ao
rádio, este veículo de comunicação de massa jamais saiu de moda.
Ao contrário, o rádio se modernizou. A programação ficou mais
dinâmica e interativa. As emissoras que transmitem em FM
formaram um novo público ouvinte e as AM também, em sua maioria,
buscaram a agilidade, a interatividade e a prestação de serviço
como marca própria. Sem contar que a internet deu um novo
impulso ao rádio que, a partir desse momento, estava livre das
ondas hertezianas para expandir-se mundo a fora, sem fronteiras
e em tempo real.
Afora o elemento lúdico que o rádio proporciona, podemos dizer
que existe o carisma da comunicação direta ao ouvinte e também a
possibilidade popular de participação na programação
radiofônica.
Em casa, na rua, no trabalho, no carro, na condução, enfim, em
todos os lugares mesmo. Até no banheiro!
Edson Oliveira Jornalista e Radialista
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